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Director da revista
Sílvia Vaz Serra

Editores
Armanda Gomes
Ananda Fernandes
Graça Mesquita


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Súmario

  • Editorial - Sílvia Vaz Serra - 3
  • Factor de Crescimento Nervoso como Biomarcador na Cistite Intersticial/Síndrome Dolorosa Vesical - Célia Duarte Cruz, Rui Pinto, Tiago Lopes e Francisco Cruz - 5
  • Analgesia do Trabalho de Parto: Perspectivas e Avanços Lisbete Cordeiro, Irene Ferreira, Alejandro Martin, Laila Castelo-Branco e Luís Liça - 8
  • Acupunctura: Um Opiáceo no Tratamento da Dor - Maria Salomé Martins Ferreira e Maria Graça Pereira - 15
  • Metadona nas Unidades de Dor - Ana Melo Botelho - 21
  • Dor Crónica não Oncológica: Crenças e Atitudes Referentes à Prescrição de Medicamentos Opióides Fortes nos Cuidados de Saúde Primários - Leonor Tiago e Romão José – 29

Editorial - Sílvia Vaz Serra

Começo por Desejar um Óptimo Ano de 2011 a Todos os Colegas.
Contrariando o sentimento de apatia e pessimismo que paulatinamente se vai instalando em todas as áreas da sociedade – como que um manto ténue mas pesado de desalento e impotência, mas tão de acordo com o «fado» da alma portuguesa – a revista pretende dizer: «não, não vou por aí!».

É nos tempos de maior dificuldade e exigência que temos de ser mais inventivos, perseverantes, audaciosos e exigentes.

Mas devem estar a questionar qual o sentido destas palavras. Qual o papel da revista nesta postura de combate, de não aceitação da desgraça, prevista e imposta? Cada um per se tem a obrigação de cumprir a sua tarefa, o melhor que sabe e pode, dar o melhor da sua arte. A direcção da revista tem também uma responsabilidade e quer, neste ano de 2011, acertar o passo com o tempo real!

Pretende-se a recuperação substancial do atraso na publicação e distribuição da revista.

Temos como meta a publicação não das quatro revistas anuais, mas sim a quase totalidade dos números em falta (há que manter o sentido da realidade).

Para alcançarmos este desiderato, algumas alterações de forma, mas não de qualidade e exigência, terão de ser efectuadas.
A orientação inicial de manter dois volumes monotemáticos e dois volumes politemáticos por ano, poderá não ser cumprida sendo previsível um maior número de volumes politemáticos.

A estrutura das revistas politemáticas (que contempla várias áreas distintas: ciências básicas, multidisciplinaridade, espaço do interno e a dor vista pelos outros) poderá, pontualmente, ser alterada.

Mas estou certa de que todos compreenderão e aceitarão estas «perturbações», estes «ruídos de fundo». Uma revista «atempada» torna-se mais viva e dinâmica e suscita, necessariamente, uma troca e partilha de ideias e informações, mais aliciante e profícua. Conto com todos!

Obrigado.