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destaques

Esta classificação tem a intenção de ser incorporada na revisão da International Classification of Diseases (ICD 11).

A ICD foi inicialmente desenvolvida para registos de mortalidade e morbilidade, no entanto, actualmente é utilizada em muitos países para a codificação de diagnósticos.


A falta de codificação adequada da dor crónica em edições prévias do ICD, tem impedido a recolha adequada e rigorosa de dados epidemiológicos.

A Task Force da IASP agrupou as perturbações de dor crónica mais frequentes em 7 categorias:

Perturbações primárias de Dor
Dor Oncológica
Dor Pós-Cirúrgica
Dor Músculo-Esquelética
Dor Visceral
Dor Neuropática
Cefaleias

Estas alterações farão parte da versão beta da ICD11 e estarão disponíveis ainda este ano.